<
> english version 
popa, programa de observação para as pescas dos açores. para uma pesca responsável
   
NOTÍCIAS / NEWS
 
 

 
 
Equipa do POPA 2018 em formação
30.04.2018
Como acontece todos os anos por esta altura desde 1998, a equipa do Popa está a receber formação. São 10 dias intensos (começou a 23 de Abril), em que os 9 elementos da equipa assistem a módulos que vão desde a biodiversidade marinha do arquipélago até às regras básicas de segurança no mar. No final desta semana estarão prontos para embarcar e monitorizar a pescaria de atum em mais uma safra. Bons ventos e bonança, é o que desejamos aos nossos novos observadores!

 
  Social Benefits of One-by-One Tuna Fisheries
25.05.2017
“IPNLF’s first Social Dimensions report examines the social benefits derived from one-by-one fisheries and the resulting impacts on the communities dependent on them.” Artigo disponível em: clique aqui .

 
Observadores do POPA - quase prontos para embarcar na safra do atum
02.05.2017
Em 2017 concorreram ao POPA 96 candidatos. Depois de duas fases de avaliação (cvs e entrevistas), foram escolhidos os elementos que vão integrar a equipa este ano. Os 8 candidatos escolhidos chegaram ao Faial no dia 23 de Abril e desde dia 24 que têm vindo a receber formação nas mais diversas áreas (História do “dolphin safe” e do POPA, biodiversidade, oceanografia, áreas marinhas protegidas, legislação, tartarugas e aves marinhas, cetáceos, pesca de atum com salto e vara, segurança no mar, etc). No dia 3 de Maio terminam esta fase de formação intensiva e fazem as malas – vão embarcar nos navios de pesca de atum com salto e vara e vão recolher informação científica crucial durante 6 meses. Boa sorte para todos e boa safra! .

 
  Relatório de actividades de 2016 da “Biosphere Expeditions”
17.04.2017
O relatório de actividades de 2016 da “Biosphere Expeditions”, projecto parceiro do POPA (www.popaobserver.org) , já está disponível na Internet.
Esta entidade sem fins lucrativos organiza férias para voluntários que queiram colaborar em projectos de conservação da natureza. Desde 2004 que existe um protocolo com o POPA que promove a recolha de dados pelos voluntários nos meses de Abril e Maio. O relatório pode ser obtido em (clique aqui).
 
  A equipa de observadores do POPA prepara-se para a safra de 2015
24.04.2015
Em 2015 concorreram ao POPA 106 candidatos. Depois de duas fases de avaliação (cvs e entrevistas), foram escolhidos os elementos que vão integrar a equipa este ano.
Os 9 candidatos escolhidos já estão no Faial e preparam-se agora para embarcarem nos atuneiros Açorianos. Chegaram no dia 21 de Abril e desde dia 22 que têm vindo a receber formação nas mais diversas áreas (História do “dolphin safe” e do POPA, biodiversidade, oceanografia, áreas marinhas protegidas, legislação, tartarugas e aves marinhas, cetáceos, pesca de atum com salto e vara, segurança no mar, etc). No dia 1 de Maio terminam esta fase de formação intensiva e passam à acção - embarcam nos navios de pesca e vão recolher informação científica crucial nos próximos 6 meses.

Um grande bem haja para todos e boa safra!

 
  POPA procura candidatos a observador
01.01.2015
O Programa de Observação para as Pescas dos Açores (POPA) monitoriza a pescaria de atum nos Açores (entre outras) desde 1998, através de observadores embarcados. A monitorização começa no final de Abril e geralmente acaba no final do mês de Outubro.  Já nos encontramos por isso mesmo, em fase de preparação para mais um ano de acompanhamento da actividade.

Neste processo, a estruturação da equipa de observadores é uma prioridade óbvia, que passa pela análise de todas as propostas que nos são enviadas, concentrando-se a preferência nos candidatos que têm disponibilidade total, formação em biologia e experiência de embarque. Porém, o único requisito que apresentamos é a maior idade do candidato (18 anos) e o domínio da língua Portuguesa, alargando-se desta maneira o grupo de pessoas que pode concorrer ao Programa.

O Programa encontra-se a aceitar propostas de candidatura a observador de bordo desde 1 de Janeiro de 2015 e continuará a fazê-lo até 21 de Março. Todos os interessados devem fazer o download do formulário de inscrição em www.popaobserver.org, preenchê-lo devidamente e enviá-lo via mail para miguel@uac.pt.

Ficamos a aguardar!


 
  O relatório de actividades de 2014 da “Biosphere Expeditions” já está disponível na Internet.
05.11.2014
Esta entidade sem fins lucrativos organiza férias para voluntários que queiram colaborar em projectos de conservação da natureza. Desde 2004 que existe um protocolo com o POPA que promove a recolha de dados pelos voluntários nos meses de Abril e Maio. O relatório pode ser obtido em www.biosphere-expeditions.org/reports.
 
  Candidaturas para observador da pesca de atum
27.01.2014
O Programa de Observação para as Pescas dos Açores - POPA - volta a aceitar candidaturas para observador da pesca de atum até 21 de Março do corrente. Os candidatos têm que ter mais de 18 anos e preferencialmente, formação em biologia, experiência de embarque e disponibilidade total (Maio a Outubro) para realizarem este trabalho.
 
O relatório de actividades de 2013 da “Biosphere Expeditions” já está disponível na Internet.
17.12.2013
Esta entidade sem fins lucrativos organiza férias para voluntários que queiram colaborar em projectos de conservação da natureza. Desde 2004 que existe um protocolo com o POPA que promove a recolha de dados pelos voluntários nos meses de Abril e Maio. O relatório pode ser obtido aqui.

 
  Contrasting fortunes for Atlantic and Med
24.09.2013
According to experts at the European Commission's annual "State of Fish Stocks in European waters" seminar, fish populations in the North-east Atlantic are improving considerably, while those in the Mediterranean are under increasing pressure.
The seminar, which took place in Brussels on September 17, saw three scientists from the International Council for the Exploration of the Sea (ICES), and from the Scientific, Technical and Economic Committee for Fisheries present the latest biological and economic information as well as results from surveys of the sea. Participants ranging from representatives of the fishing industry and environmental organisations as well as journalists and citizens had the opportunity to discuss the latest information with experts and Commission officials whilst the Commission presented its methodology and approach to managing fisheries for sustainability.
European Commissioner for Maritime Affairs and Fisheries, Maria Damanaki, has welcomed the continued improvement in the state of the stocks in northern areas and in the profitability of the fisheries, whilst identifying the current state of stocks in the Mediterranean Sea as an issue for concern.
"Hard choices have been made in the northern seas, stocks have improved and the industry has grown more profitable as a result. This is a vindication of the hard work put in by scientists and the fishing industry to protect and recover stocks. But the Mediterranean stocks are as overfished as those in the northern areas were a decade ago. The Mediterranean countries now need to get moving quickly to sort out this overfishing before it leads to serious collapses and environmental damage," she said.
The forum for agreeing common fisheries management measures among all the states concerned is the General Fisheries Council for the Mediterranean (GFCM). The Commission will use that forum to promote a new, more local approach to phasing out overfishing, so that appropriate solutions can be found for each fishery.
The seminar formed part of the preparation of decisions for fisheries regulations in 2014, including fishing quotas. The decisions will be the first round of regulations being decided under the reformed Common Fisheries Policy.
Source: fishnewseu.com
 
  Open meeting called on EU stocks
17.09.2013
MARIA Damanaki, European Commissioner for Maritime Affairs and Fisheries, has convened an open seminar on the morning of September 17, to look into the state of European fish stocks and fishing fleets.
Senior experts in fisheries biology and fisheries economics will present and evaluate the latest biological and economic information. Fishing industry and environmental representatives will be present to give their views, and a wide-ranging discussion will be held.
The interactive seminar will include overviews of the biological status of the main stocks of interest for EU fisheries in the North-East Atlantic, Mediterranean and Black Seas, up-to-date information on the economic performance of EU fisheries, as well as participative panel discussions and question and answer sessions with experts.
The meeting is a part of the preparation of decisions for fisheries regulations in 2014, including fishing quotas. The decisions will be the first round of regulations being decided under the reformed Common Fisheries Policy. The Commission will explain its methodology and approach to managing fisheries for sustainability.
Source: fishnewseu.com
 
A equipa de observadores do POPA prepara-se para a safra de 2013
02.05.2013
Em 2013 concorreram ao POPA 191 candidatos. Depois de duas fases de avaliação (cvs e entrevistas), foram escolhidos os elementos que vão integrar a equipa este ano.
Os 9 candidatos escolhidos já estão no Faial e preparam-se agora para embarcarem nos atuneiros Açorianos. Chegaram no dia 23 de Abril e desde dia 24 que têm vindo a receber formação nas mais diversas áreas (História do “dolphin safe” e do POPA, biodiversidade, oceanografia, áreas marinhas protegidas, legislação, tartarugas e aves marinhas, cetáceos, pesca de atum com salto e vara, segurança no mar, etc). No dia 5 de Maio terminam esta fase de formação intensiva e passam à acção - embarcam nos navios de pesca e vão recolher informação científica crucial nos próximos 6 meses. Um grande bem haja para todos e boa safra!
 

O POPA esteve presente na sétima edição da “International Fisheries Observer and Monitoring Conference” que decorreu em Viña del Mar, no Chile.
17.04.2013
O nosso colega Miguel Machete apresentou resultados recentes obtidos com base nos dados do Programa numa palestra intitulada “Azores Fisheries Observer Program: gathering data for ecosystem based management”.
O forum reuniu observadores experientes, gestores de programas de observação internacionais, indústria, ONGs e outros stakeholders que através de diversas exposições e discussões promoveram o fortalecimento dos programas de observação.
De seguida descreve-se alguns dos aspectos abordados:

  • Princípios básicos  e treino dos observadores de pesca
  • Condições de trabalho e segurança dos observadores
  • desenho dos programas de observação
  • celebração do trabalho dos observadores

A demonstração de novas tecnologias (ex: electroning monitoring) foi também contemplada:

  • as novas tecnologias estão a ser utilizadas para complementar os métodos de monitorização tradicionais
  • servem para apoiar iniciativas de rastreamento, nomeadamente aquelas que se praticam através das redes sociais virtuais
  • as autoridades de gestão pesqueira e alguns armadores demonstraram a utilização de câmeras e tecnologia de satélite na monitorização
  • foi também apresentado a utilização de ferramentas de registo electrónico como é o caso dos ipads

Uma das conclusões a que se chegou é que no futuro continuarão a complementar e nunca substituir o trabalho dos observadores de pesca que conseguem níveis de precisão e exactidão mais elevados.
Foi também destacado o papel que a industria assume em diferentes partes do mundo como promotora de iniciativas internas de monitorização podendo contribuir no futuro e de uma forma consertada para o necessário rastreamento de produtos.

Os programas de observação emergentes (Africa, Asia) foram também contemplados, mostrando-se o que se tem feito recentemente em locais como a Libéria.
A problemática das múltiplas jurisdições internacionais foi também discutida nomeadamente no que diz respeito a navios de pesca e de armazenamento de pescado que atravessam várias áreas geográficas.

importância dos programas de observação como fonte de informação crucial no desenvolvimento de políticas e estratégias consertadas no âmbito da gestão ecossistémica, foi destacada num dos paneis da conferência sendo vários os exemplos do que se tem feito neste contexto nos EUA, Canadá, França e Portugal (Açores).

O POPA é gerido pelo Instituto do Mar da Universidade dos Açore, é financiado pelo Governo Regional dos Açores e tem como parceiros as associação de produtores de atum e similares dos açores (APASA), associação de conserveiros dos Açores (Pão-do-Mar) e a ONG Earth Island Institute, entidade certificadora (dolphin safe).


 
 
 
 
 
Estudo quantifica as capturas totais realizadas nos Açores entre 1950 e 2010 versão para impressão
22.02.2013
As estatísticas oficiais de pesca, nem sempre incluem o que realmente foi extraído do ambiente marinho. Isto acontece a nível global e os Açores não são exceção. O estudo que foi agora publicado na versão online da revista ICES Journal of Marine Science, tenta efectuar uma compilação mais completa das estatísticas oficiais, ao mesmo tempo que tenta quantificar a parte das capturas não reportadas nessas mesmas estatísticas, internacionalmente conhecidas por IUU (illegal, unreported or unregulated).
O estudo concluiu que durante 1950-2010 foram extraídas cerca de 1,10 milhões de toneladas, um valor que é superior ás estatísticas oficiais Açorianas em apenas cerca 17%. As capturas não reportadas foram atribuídas essencialmente às actividades de pesca pela frota estrangeira (27%), a pesca de recreio (25%), a rejeições da frota de pesca demersal (21%), pesca de isco-vivo para a pesca do atum (11%), a rejeições do palangre de superfície (7 %), o desembarque da frota regional de palangre de superfície fora dos Açores (3%) e a apanha de invertebrados costeiros (6%). A título de exemplo, o estudo refere que as capturas de tintureira dentro da ZEE dos Açores deverão ser 18-40 vezes superiores ao valor descarregado em lota. O baixo nível global de capturas não reportadas nos Açores, comparado a outros locais pode reflectir a natureza de pequena escala das pescarias, o isolamento geográfico das ilhas, e o pequeno tamanho de sua comunidade.

Pham, C., A. Canha, H. Diogo, J.G. Pereira, R. Prieto, T. Morato (published online: February 19, 2013) Total marine fisheries catch for the Azores (1950-2010). ICES Journal of Marine Science.
 
  Safra de atum nos Açores termina em Novembro
27.11.2012
Foram cinco os barcos que regressaram aos Açores em Outubro para voltarem a pescar atum. Depois de um mês de Setembro onde só um barco da frota se manteve em actividade e sem sucesso no que toca a capturas, voltaram os indícios de peixe em Outubro, com diversas descargas de patudo, voador e bonito a serem efectuadas no grupo oriental e central. Esse facto motivou a vinda de cinco embarcações da frota que permaneceram na região até meados de Novembro. No dia 11 desse mês, a quota estabelecida para o patudo foi alcançada (aproximadamente 5000 toneladas para os Açores) e perante isso, os armadores das embarcações em actividade decidiram encerrar a safra do ano de 2012. Apesar do POPA estar comprometido a realizar a cobertura da pescaria só entre os meses de Maio e Outubro, decidiu-se assegurar o embarque de observadores também em Novembro de forma a prolongar a recolha de informação já efectuada até à data. Neste contexto, voltou-se a reforçar a equipa (que já só tinha uma observadora) e manteve-se um efectivo de 3 observadores até ao final da safra.
 
  O relatório de actividades de 2012 da “Biosphere Expeditions” já está disponível na Internet.
27.11.2012
Esta entidade sem fins lucrativos organiza férias para voluntários que queiram colaborar em projectos de conservação da natureza. Desde 2004 que existe um protocolo com o POPA que promove a recolha de dados pelos voluntários nos meses de Abril e Maio. O relatório pode ser obtido em www.biosphere-expeditions.org/reports.

 
  Atuneiros de volta aos Açores
16.10.2012
A safra do atum começou cedo em 2012 – em Fevereiro já se descarregava peixe nas lotas Açorianas. Os observadores do POPA iniciaram a cobertura no princípio do mês de Maio e registaram capturas significativas de “patudo” até ao mês de Julho. No entanto, em Agosto, foi notória a ausência tanto de patudo como de bonito, facto que levou a que praticamente todas as embarcações interrompessem a sua actividade. No mês de Setembro, o POPA contava com apenas uma observadora na equipa, que realizou a cobertura do único atuneiro (com mais de 20 metros) em actividade nos Açores. Nesse período não foi efectuada nenhuma descarga por parte da embarcação até que no início do mês de Outubro houve novas alterações: na área de Santa Maria e mais tarde a Sul do Pico e no canal, capturaram-se algumas toneladas de voador, patudo e bonito. Com este incentivo, várias embarcações (5 até ao momento) que estavam na Madeira deslocaram-se para a região dos Açores para voltar a pescar. A equipa do POPA voltou a aumentar o seu efectivo tendo agora 3 observadores em actividade que asseguram a cobertura das embarcações que regressaram às nossas ilhas. Até quando se prolongará a safra de atum neste atípico ano de 2012? Resta-nos esperar e observar!
 
  Equipa de observadores do POPA em 2012 está formada e chega aos Açores para a semana!
17.04.2012
A avaliação das candidaturas efectuadas para o POPA está concluída.
Em 2012 candidataram-se ao cargo de observador de pescas 126 pessoas. Dessas, foram seleccionadas 40 para entrevista com o coordenador do programa em Lisboa e via Internet. Neste momento, a equipa já está estruturada integrando 9 elementos que acompanharão a pesca de atum nos próximos 6 meses. Antes do embarque, os observadores vão participar numa formação intensiva (de 24 de Abril a 3 de Maio), ministrada por vários investigadores do DOP e um formador de segurança no mar (SRAM). A formação decorre no auditório do DOP e na sede dos Bombeiros Voluntários da Madalena. Desejamos a todos um excelente trabalho na safra de atum em 2012!
 
  EU promotes ambitious plans to protect tunas and swordfish in the Atlantic and Mediterranean
14.11.2011
The International Commission for the Conservation of Atlantic Tunas (ICCAT) is holding its 22nd Regular Meeting in Istanbul from 11 to 19 of November 2011. In this annual meeting, the European Union and other ICCAT Contracting Parties will agree on management and control measures for the sustainable protection of tuna and tuna-like species in the Atlantic and the Mediterranean. These measures will be based on scientific advice released on 17 October 2011 and will include the setting of Total Allowable Catches (TACs) where recommended by the ICCAT scientific committee, e.g. for bigeye tuna, and North and South Atlantic albacore.
The European Union will table ambitious proposals for the conservation of Mediterranean swordfish, and tropical tunas and sharks, in line with the recommendations of the Scientific Committee. The EU will also promote mitigation measures against incidental catches of seabirds. As regards bluefin tuna, the TAC for 2012 was set last year at 12,900 tonnes and is expected to be maintained, as no new advice has become available in the meantime. At the meeting, utmost attention will be paid to check that all Contracting Parties comply with the conservation and enforcement rules in place, in particular with regard to bluefin and tropical tuna, to ensure a level playing field between parties and to strengthen the measures' efficiency.
To further improve the traceability of bluefin tuna throughout the market chain, and to enhance the ability to detect fraud and deter illegal shipments, the EU will continue to lead the development of an electronic Catch Documentation System for Bluefin Tuna (e-BCD), which would replace the existing paper-based system. At the same time, the EU will promote the adoption of Catch Document Programmes for other species managed by ICCAT.
In line with Maritime Affairs and Fisheries Commissioner Maria Damanaki's recent letter to ICCAT's Chairman, the EU will propose to launch an initiative to consolidate and further improve scientific advice to facilitate sound and effective decisions by ICCAT fisheries managers. This will include incentives for Contracting Parties to submit the catch data required to assess the stocks, including sharks, under the ICCAT Convention.
The EU will also continue its fight against IUU (illegal, unreported and unregulated) fishing by promoting the adoption of Port State Measures.
Background
ICCAT's objective is to maintain populations of tuna and tuna-like fish found in the Atlantic Ocean and the Mediterranean at sustainable levels. The EU is a full member of ICCAT and plays a leading role to achieve this objective.
Fonte EU
 

 

Safra de atum em 2011 termina mais cedo
24.10.2011
Pela primeira vez desde a génese do POPA, a quota anual estabelecida para o atum patudo (5050 toneladas em 2011) foi alcançada. A ocorrência de peixe e o desenvolvimento das técnicas de “mancha” pelos atuneiros (onde os barcos procuram segurar os cardumes de atum debaixo de si, alternando com outros que entretanto vão efectuar descargas aos portos) deverão ter sido as principais razões para este facto ter acontecido. Embora se tenham ainda negociado mais 1000 toneladas de acréscimo à quota estabelecida no mês de Agosto, em Setembro foi novamente alcançado o limite permitido e as embarcações ficaram limitadas à captura de bonito (que não ocorreu em grande número) e voador. Neste contexto e com as capturas a não assegurarem o rendimento necessário à manutenção da actividade, as embarcações foram encerrando a safra ao longo do mês de Setembro, mantendo-se a pescar em Outubro uma única embarcação (que terminou a sua actividade na primeira quinzena do mês). Neste cenário, a equipa de 11 observadores do POPA em 2011 (8 permanentes e 3 temporários), realizou um trabalho excepcional, garantindo sempre a cobertura necessária da frota, recolhendo inúmeros dados cruciais ao conhecimento e gestão da pescaria (e espécies associadas) e contribuindo, uma vez mais, para a proximidade entre os profissionais da pesca (que mais uma vez se mostraram disponíveis e receberam os observadores do POPA condignamente) e os investigadores e decisores políticos. Um grande bem haja à equipa POPA de 2011!
 
  Low cost device for commercial fishing
22.09.2011
Commercial fishing would now be some way cheaper with the advent of low cost device that could revolutionize it.
According to the scientists a new, hi-tech global tracking device could revolutionise commercial fishing industry operations. The devise has been successfully launched after a series of successful trials across the South West of England. Succorfish has worked closely with Seafish to design its newest and most advanced vessel monitoring system; the SC2.
The device has been developed exclusively for the fishing industry and will allow vessels to accurately map and monitor their position using dual GPRS/GSM software to within one metre, provides closer access to marine protected areas. It will improve and increase overall inshore fishing activity. The low cost device complies with current UK fishing laws and uses real time satellite and mobile phone technology, as well as online tracking software, to monitor and record the course and position of vessels via up-to-the-minute reporting.
Nick Prust, SWIFA Chairman and owner of one of the vessels that took part in the trials commented that this the device that the industry has been looking for and the system will be a real asset to fisherman regardless of their fishing methods. It will give us continued access to fishing grounds with spatial and temporal restrictions whilst allowing us to co-exist alongside newly proposed MPA’s.
George Henricks, Commercial Director of Succorfish said that the device has been successfully participated in the inshore VMS trial. All of those parties have a common goal in that they want to see the long-term security of both the marine environment and the livelihoods of the fishermen. Therefore, by designing and developing a product like the SC2, we can directly support the industry and make huge strides towards achieving its goal. Scientists said that the SC2 has been developed in conjunction with Seafish and CEFAS following a 12 months pilot project to monitor the UK’s inshore fishing activity.
Source: afloat.ie
 
  Sea turtle deaths decreases by 90 percent in US fisheries
19.09.2011
Accidental deaths of sea turtle has been drastically drop by 90 percent in US fisheries, confirms a report.
As per a research report conducted by Duke University Project GloBAL and Conservation International, the accidental deaths of sea turtle in fishing gear in US coastal waters has declined by 90 percent since 1990. This dramatic drop was a result of measures that have been put into place over the last 20 years to reduce bycatch in many fisheries, as well as to overall declines in U.S. fishing activity.
According to the study about 4,600 sea turtles die each year in US coastal waters. Before measures to reduce bycatch were put in place, total sea turtle takes surpassed 300,000 annually. Of these, 70,000 turtles were killed accidentally. The study used data collected from 1990 to 2007 by the National Marine Fisheries Service (NMFS) to determine bycatch rates across more than 20 fisheries operating in Atlantic waters from the Gulf of Mexico to the Canadian border, and in the Pacific Ocean, along the West coast and around Hawaii.
Scientists said that during the study period shrimp trawls in the Gulf of Mexico and southeastern U.S. accounted for up to 98 percent of all by-catch takes and deaths. All six marine turtle species that occur in U.S. waters are categorized as threatened or endangered on the U.S. Endangered Species List. They are loggerheads, leatherbacks, hawksbills, olive ridleys, Kemp's ridleys and green sea turtles.
Elena Finkbeiner, a PhD student at Duke and lead author of the paper, said that the reduction of bycatch and mortality shows important progress by NMFS, which serves as a model for reducing sea turtle bycatch in other parts of the world. She said that the research shows there are effective ways available for policymakers and fishing industries to reduce sea turtle bycatch, as long as they are implemented properly and consistently.
She also told that the study provides a baseline to examine what is working and what can be improved in preventing sea turtle bycatch. This will increase observer coverage and bycatch reporting.
Source: sciencedaily.com
 
 

European Union and United States agree to strengthen cooperation to combat illegal fishing
14.09.2011
Brussels/Washington, 7 September 2011 – A historic statement pledging bilateral cooperation to combat illegal, unreported and unregulated fishing, known as IUU fishing, will be signed today in Washington by Maria Damanaki, European Commissioner for Maritime Affairs and Fisheries and Dr. Jane Lubchenco, National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) Administrator. This statement is the first of its kind in the longstanding partnership between the EU and the US on fisheries management.
The EU and US rank first and third, respectively, as the world’s top seafood importers (Japan second), and have agreed that the seafood they import will not be caught illegally. Globally, IUU fishing deprives legal fishermen and coastal communities of up to $23 billion of seafood and seafood products annually.
"IUU fishing is a criminal activity, and we have the duty to make everything possible to stop this practice,” said Commissioner Damanaki. “Today's agreement will do just that. By joining forces, we make it harder for culprits to get away with their dirty business."
“Illegal, unreported and unregulated fishing is one of the most serious threats to sustainable fishing and to marine biodiversity in the world’s oceans,” said Dr. Lubchenco, who is also under secretary of commerce for oceans and atmosphere. “International cooperation across oceans will help us strengthen enforcement and prevent legal fishing industries from being undermined in the global marketplace by illegal fishing.”

Background
The EU and the United States have already put in place a number of legal measures to combat IUU fishing, such as the EU's IUU Regulation and the U.S. High Seas Driftnet Fishing Moratorium Protection Act. Both participate actively in international fishery management organizations and promote international instruments to address IUU fishing.Today’s agreement commits the EU and the U.S. to work together to adopt the most effective tools to combat illegal fishing. It commits them to continue to strengthen monitoring and enforcement of management measures in their role as parties to regional fishery management organizations and to various international treaties, and commits them to using tools that prevent IUU operators from benefiting economically from their illegal activities.The new agreement includes a system to exchange information on IUU activities; promotes management measures at regional fishery management organizations that strengthen the control, monitoring and enforcement of vessels operation within certain areas; encourages other countries to ratify and implement the United Nations Food and Agriculture Organization’s Committee on Fisheries’ Port State Measures Agreement; and promotes the sustainable use of fisheries resources while preserving marine biodiversity.
The EU is in the process of reforming its Common Fisheries policy designed to rebuild its fisheries, and the U.S. is turning a corner in ending overfishing and rebuilding stocks. Beyond domestic boundaries, there is increasing need for international cooperation, especially among major fishing and seafood-importing nations, to improve global fisheries management of shared marine resources and to preserve the associated employment and other economic benefits of sustainable fisheries.The document signed today by the European Union and the United States is an important step toward achieving these goals.
Source: EU
 
  US seeks ban on tuna trade
17.08.2011
The Centre for Biological Diversity has urged the US to seek ban on the bluefin tuna trade in order to boost its population.
According to the information the ban would slow illegal fishing and improve compliance the catch limits of Atlantic bluefin tuna. The Centre for Biological Diversity has requested that the US seek protection for the tuna under an international treaty that would ban cross-border trade of this imperiled fish. Bluefin tuna has been listed under Appendix I of the Convention on International Trade in Endangered Species of Wild Fauna and Flora (CITES), which would allow countries to shut down the black market that has fueled much of the tuna’s dramatic decline.
Catherine Kilduff, a Center staff attorney Kilduff said that it is very true that illegal fishing is a scourge on bluefin tuna which undermines any attempt to recover healthy population levels. Any hope of pulling bluefin tuna back from the brink of extinction depends on unprecedented global cooperation to reduce overfishing.
Compliance with catch levels is critical to preventing the extinction of Atlantic bluefin tuna in part because, in June, the National Marine Fisheries Service denied Endangered Species Act protection to the enormous, warm-blooded fish in response to a Center for Biological Diversity petition.
Kilduff said that they simply have to have trade restrictions to curb the widespread exploitation that threatens the future of this magnificent species. The next CITES meeting will occur in 2013. At the most recent meeting, in March 2010, a proposal to list Atlantic bluefin tuna was overwhelming voted down despite US support.
Source: VASEP
 
  EU fishing policies under scanner
19.07.2011
EU fishing rules are irregular and broken so the Westminster government is calling for serious reform.
The fishing rules that government EU fishing industry is fundamentally broken and this is presented ahead of new European Commission proposals.
The commission is publishing its plans for reforming the Common Fisheries Policy this week, with protracted negotiations over the proposals expected in the next two years.
Fisheries Minister Richard Benyon wanted to give EU more control over fisheries to reflect regional differences across Europe and an end to "micro-managing" by Brussels. He assure to end discards and want to use up there quota on higher-value stock, or they are species that have no commercial value.
To make the dicsrds ban effective there is a need of practical measures, feels Benyon. He said that the UK has a number of such schemes, including giving fishermen higher quotas in return for not discarding any fish, minimum landing sizes to ensure bigger mesh nets are used to stop small, immature fish being caught and efforts to encourage consumers to eat new species.
Source: scotsman.com
 
  New shark-repellent hooks has reduced accidental catches of sharks form commercial fishing, says a report.
20.06.2011
According to a report scientists have developed a new type of fishing hook that aims to reduce the amount sharks accidentally caught from commercial fishing. Scientists confirmed that the new hook, The SMART Hook (Selective Magnetic and Repellent-Treated Hook), is a combination of two shark repellent technologies -- magnetism and shark-repellent metal -- into standard fishing hooks capable of interfering with the highly sensitive electrical sense found in a shark's nose.
The main purpose behind such a hook is that sharks will avoid these hooks, leaving them baited for market-valuable fish, such as tuna, that do not have an electrical sense and won't be repelled by the hook. Shark Defense researcher Patrick Rice has asuccessfully tested the SMART Hooks with the support of a National Science Foundation (NSF) and Small Business Innovation Research (SBIR) grant.
The test happened by conducting feeding trials with bonnethead sharks. The sharks were simultaneously given bait attached to regular hooks and Smart Hooks, both with their barbs removed to ensure the sharks were not injured. Researchers found a 66 percent reduction of baits eaten from small, recreational-sized hooks and a 94 percent reduction of baits eaten from larger, commercial-sized hooks, following a total of 50 tests with two different groups of sharks. Craig O'Connell, a researcher, said in a Shark Defense press release, that combining a magnetic repellent with a galvanic repellent is very important, because many studies have shown that sharks behave differently to magnets or metals alone. He added that there are many species of shark, and they seek out their prey differently.
Source: newdesignworld.com
 




Atum capturado nos Açores e processado em São Jorge entre os mais sustentáveis do mundo, de acordo com a Greenpeace
30.05.2011
Em Julho de 2010 a Greenpeace Austrália publicou mais uma edição do “Canned Tuna Guide”, onde o consumidor pode encontrar informação acerca das marcas de conservas de atum disponíveis no mercado australiano, nomeadamente, quais as marcas aconselhadas pela sua sustentabilidade e aquelas cujas espécies de atum utilizadas estão sobreexploradas ou utilizam artes de pesca destrutivas.
Das 12 marcas avaliadas apenas uma obteve uma pontuação acima dos 70%, valor a partir do qual se considera que o nível de sustentabilidade é Bom. Com uma pontuação de 86% a marca inglesa Fish-4-Ever (www.fish-4-ever.com) ocupa o primeiro lugar desta lista, seguida da marca Aldi, com uma pontuação de apenas 57%.
Entre a gama de produtos comercializados pela Fish-4-Ever encontra-se o “Bonito dos Açores ao Natural”, capturado nos Açores, com arte de salto-e-vara, e processado na Fábrica de Santa Catarina, na Calheta, em São Jorge. A marca Fish-4-Ever, no que respeita à origem do pescado que comercializa, tem uma das mais exigentes políticas de sustentabilidade do mundo e é a única marca de conservas do Reino Unido com uma abordagem às grandes questões ambientais que hoje em dia se levantam.
A conserveira Santa Catarina é parceira do Programa de Observação para as Pescas dos Açores (POPA), gerido pelo Centro do Imar da Universidade dos Açores, desde 1998. Nos últimos anos tem desenvolvido uma relação cada vez mais estreita com o Programa, ostentando nos seus produtos as certificações de sustentabilidade que o mesmo garante todos os anos para a frota atuneira da região – “Dolphin Safe” e “Friend of the Sea”.
 
  Proposal to privatise EU oceans
23.05.2011
EU Fisheries is closely studying the proposal to reform the discarding rules that would privatise oceans.
In order to end discarding in EU waters the Fisheries of European Union is considering reformation of EU's fishing industry by giving vessels quota shares guaranteed for periods of at least 15 years. The commission will issue a proposal on reforming the Common Fisheries Policy (CFP) in July, to take effect in 2013.
Reports in media discussed that some environmentalists describe as "virtual privatisation of the oceans". Final decisions on fishing quotas will stay with politicians, not scientists. One of the central planks of the proposed reforms is to eliminate discards, by switching to quota systems based on how many fish are landed in port rather than how many are caught.
But according to Markus Knigge of the Pew Environment Group, fish stocks are a public resource, and this is the virtual privatisation of the oceans. Bertie Armstrong, chief executive of the Scottish Fishermen's Federation, suggested some of the ideals were too lofty. He added the scientists are telling everybody that MSY for all stocks at all times is an impossibility, and certainly by 2015.
He is also concerned that centrally determined rules will be imposed across EU waters without taking account of local needs and practices. Boris Worm, a noted fisheries scientist from Dalhousie University in Halifax, Canada, said stronger systems did exist elsewhere that the EU could adopt.
EU Fisheries Commissioner Maria Damanaki has previously said she was impressed by the scale of public opposition to discards across the EU, with more than half a million people signing a petition publicised by UK "celebrity chef" Hugh Fearnley-Whittingstall. She said that the draft proposal envisages phasing in a complete discard ban, obliging vessels to "record and land" all catches.
The commission's draft is currently being discussed by EU member states and European parliamentarians, and to a certain extent by stakeholders including fishermen and conservation groups.
Source: VASEP
 
  Número recorde de candidaturas ao POPA em 2011!
14.04.2011
Em 2011 candidataram-se ao cargo de observador de pescas 192 pessoas! Número que nunca tinha sido registado na história do Programa. A entrada do POPA no ano de 2010 nas redes sociais e vários sítios de divulgação de trabalhos na área da biologia podem ser responsáveis por este significativo incremento no número de candidatos. Foram seleccionados 48 para entrevista com o coordenador do programa em Lisboa, Horta e via Internet. Neste momento, a equipa já está estruturada integrando 8 elementos que acompanharão a pesca de atum nos próximos 6 meses. Antes do embarque, os observadores vão participar numa formação intensiva que decorrerá no Departamento de Oceanografia e Pescas, Faial, e será ministrada por vários investigadores da casa. Os novos observadores chegam dia 23 de Abril, iniciam a formação a 24 e estarão prontos a embarcar a partir do dia 4 de Maio. Bem vindos aos Açores e ao POPA!
 
  Fisheries: Questions and answers on the new EU fisheries control rules
14.04.2011
The credibility of the EU's Common Fisheries Policy (CFP) depends on an effective enforcement and application of the agreed rules. With the adoption of detailed rules to apply the EU Fisheries Control Regulation, the reform of the EU’s control and enforcement policy is now complete.
> leia mais...
 
  Fisheries: The EU "zero tolerance" campaign against illegal fishing gets tougher
14.04.2011
Getting away with fishing illegally will become much more difficult for fishermen, as the EU's new system for fisheries control is now fully operational. With the adoption of detailed rules on how to carry out controls throughout the market chain "from net to plate", the EU now has the means to break with the past and establish a real culture of compliance to stop overfishing and help make EU fisheries truly sustainable. The new system ensures traceability throughout the whole chain from the time when the fish is caught until it reaches the consumer.
> leia mais...
 
  Fish discard scheme underway
16.02.2011
The Fisheries Secretary has announced an expansion to Scotland's innovative 'catch quota' trials, where fishermen can land more fish while catching less.
Where as under traditional quotas vessels have a set limit on the fish they can land and are forced to throw excess fish back in the sea dead, Scotland's catch quota scheme allows for all fish caught to be landed.
Following successful trials in 2010 involving 17 Scottish vessels, an expanded 26 vessel scheme gets underway this month. As well including boats from the whitefish fleet heartland in the North East of Scotland, skippers from across the country are taking part, including the West Coast, Orkney and Shetland.
Fisheries Secretary Richard Lochhead said: "The scourge of fish discards is a practice enforced on our fishermen by Europe's despised Common Fisheries Policy (CFP). However, even while working under this broken framework, we are determined to find innovative measures to reduce discards and support more sustainable fishing practices by the Scottish fleet.
"We want to see our fishermen land all they catch and command a price for each fish - in return for taking less out of the sea in the first place. While catch quotas alone do not provide all the answers, it offers an important first step and provides the basis for more sustainable solutions in the future.
"Around half the whitefish fleet - 58 skippers - applied for the catch quota scheme this year, demonstrating the support within the industry. However it's frustrating that we are only being given the capacity to include 26 vessels, largely due to opposition and uncertainty from other countries who share Europe's waters with Scotland.
"This year, for some vessels, we also plan to test catch quotas beyond cod and extend to haddock and whiting. This will help us understand how the approach works in complex mixed fisheries, where quotas for different species can vary vastly.
"2011 is a critical year as we look to influence negotiations on the future of the CFP. The success of the catch quota trials can only strengthen our position, as Scotland demonstrates it can lead the way within the EU towards sustainable and discard-free fisheries."
Under catch quotas vessels can land, rather than be forced to discard, an extra amount equal to 12 per cent of the Total Allowable Catch (TAC) for cod. To ensure there are no discards, the fishing practices of participating vessels is fully documented through on-board cameras. The Scottish Government has provided 400,000 pounds for the purchase and installation of the new monitoring equipment.
In 2009, Scottish vessels were forced by the Common Fisheries Policy to discard almost 28,000 tonnes of fish, around a quarter of the whitefish catch, valued at 33 million pounds.
Source: scotland.gov.uk
 
  Discarding fish a big problem for industry
17.01.2011
A TV show has spotlighted a big problem of the UK fishing industry such a discards of fish.
It is fact that the UK fishing industry has been open, transparent and future-focused – despite facing challenges such as discards. According to Seafish, the authority on seafood the fishing industry, which has been in the spotlight this week on Channel 4, has been dealing with the issue of discarding fish for some years.
Chief Executive of Seafish, Dr Paul Williams, commented that discarding represents a terrible waste of our precious natural resources and the public have now seen how devastated fishermen are when they have to throw dead fish back into the sea. The problem of discarding is there but the focus on solutions is yet to be shown.
Seafish, the fishermen, the scientists and Government have been working on ways to mitigate these problems for many years – some of which offer real hope for the future, alongside possible changes to the Common Fisheries Policy. According to Seafish main part of mitigating discards is putting more resources into measurement. “We have to know how many fish are discarded – not knowing that undermines our best efforts at managing fish stocks sustainably.
Source: seafish.org
 


Datasets do POPA no OBIS-SEAMAP
17.01.2011
O OBIS-SEAMAP é um sistema de informação biogeográfico que permite análises ecológicas espaciais de populações de megainvertebrados (mamíferos marinhos, aves e tartarugas marinhas). Esta imensa base de dados online permite visualizar (através de mapas georeferenciados) a distribuição de muitas espécies a nível mundial, com base nos dados que são recolhidos e partilhados pelas mais diversas instituições/investigadores. Associada a esta informação, podem-se encontrar outras referencias no que diz respeito a ecologia, biologia, distribuição das espécies...O Programa de Observação para as Pescas dos Açores foi convidado pela OBIS a partilhar a informação que tem vindo a recolher desde 1998 relativamente aos animais já mencionados, convite que aceitámos com agrado. Assim sendo e a partir de agora, os dados do POPA estão integrados neste projecto e podem ser consultados por qualquer utilizador que tenha interesse na matéria. O POPA continua assim a cumprir um dos seus objectivos que é o de possibilitar e facilitar o acesso à informação que produz.
 
  Observadores do POPA - Entrega de candidaturas até 21 de MARÇO!
12.01.2011
Desde 1 de Janeiro de 2011 que o POPA (Programa de Observação para as Pescas dos Açores) se encontra a receber propostas de candidatura para observador de pescas.
No novo ano, a equipa POPA começa a preparar-se atempadamente para a cobertura da pescaria de atum nos Açores, que irá decorrer, à semelhança de outros anos, entre finais de Abril e Outubro. Os observadores, equipados e formados pelo Programa, irão recolher informação diária sobre as capturas mas também sobre as espécies de cetáceos, teleósteos, aves e tartarugas marinhas associadas a esta actividade.
Damos preferência aos candidatos que têm formação em biologia, experiência de embarque e disponibilidade total para realizar o trabalho (6 meses). Porém, o único requisito que apresentamos, é a maior idade do candidato (18 anos), alargando-se desta maneira o grupo de pessoas que pode concorrer ao Programa.
Mais uma vez, contamos formar uma equipa sólida, que durante os 6 meses de trabalho, contribua para o alargamento da extensa base de dados do POPA que cada vez mais é requisitada por diversas entidades ligadas ao sector das pescas e da investigação.
Todos os interessados devem fazer o download do formulário de inscrição no nosso site, preenchê-lo devidamente e enviá-lo por mail para miguel@uac.pt
Embarcam nesta aventura?
 

   
    >> Arquivo de notícias    
         

emmanuel arand - doublefishdesigns.com